segunda-feira, 14 de abril de 2008

Hoje nem sequer precisei de palavras.
Só quis fechar os olhos, fugir.
Só precisei de desviar o olhar,
Só me senti presa.

E o tempo nem sequer se compadeceu.
E eu, sangrando sofridamente, plácida,
Fervendo de raiva.

Hoje não quis as palavras de que tanto gostamos.
E nem quererei. Não ouso mais querer.
Dói tão profundamente o coração meio morto!

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